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Elísio Gonzaga da Silva presidente da AFFIM (GO) é entrevistado pela CNSP

No ano de 2013, o Decreto nº 7.905, de 11 de junho, dispôs sobre a aplicação de mapeamento de riscos de corrupção nos processos organizacionais e de serviços no âmbito do Poder Executivo Estadual, sob coordenação técnica da Controladora-Geral do Estado. Em fevereiro de 2014, a CGE (GO) ofereceu cursos aos servidores públicos sobre os riscos de corrupção, conforme determina o Decreto. Foram módulos realizados nos dias 10 a 14/2; 24 a 28/2; 10 a 14/3; 17 a 21/3 e ainda para acontecer de 24 a 28/3.

Conforme notícia publicada no Portal Goiás Agora: "Além de identificar pontos vulneráveis nas ações finalísticas, o mapeamento funciona como ferramenta de gestão governamental, porque proporciona a adoção de medidas para coibir e minimizar erros e desvios que podem ensejar práticas de corrupção. Trata-se de uma ação do Estado capaz de contribuir para identificar e favorecer a eliminação dos riscos de corrupção nas esferas de decisão do governo, ao mesmo tempo em que se torna fator de fortalecimento da governância pública".



Para debater a ação proposta pelo governo de Goiás, entrevistamos Elísio Gonzaga da Silva, Presidente da AFFIM - Goiânia e Vice Presidente da 10ª região da CNSP. Leia a seguir:

1) Dr. Elísio qual sua avaliação do programa de capacitação dos servidores para mapear os riscos de corrupção no serviço público do Estado de Goiás?

Vejo com bons olhos esse programa, porém a sua eficácia, dependerá do exemplo que deve ser dado pelo Governador e os integrantes do Primeiro ao Quarto escalão da administração Pública.

2) O senhor acredita que o treinamento e conscientização podem contribuir para a eliminação das práticas de corrupção na administração pública?

O treinamento de servidores com a participação dos Agentes do Tribunal de Contas e do Ministério Público, com certeza contribuirá para amenizar essa prática no Serviço Público.

3) O treinamento dos servidores, na sua opinião, discrimina o funcionalismo colocando-o como principal responsável pelo desvio de verbas públicas?

Não vejo nenhuma discriminação quando se trata da orientação e da informação ao servidor, dos bons princípios e da conduta exemplar que o Agente Público é obrigado ter no exercício de suas funções.

4) Como o senhor entende que a corrupção pode ser extinta no setor público?

A corrupção hoje está impregnada em quase todas as instâncias institucionais e, nos últimos anos, ela se alastrou tal qual como a “Droga” em nosso país. Diariamente os veículos de comunicações noticiam os focos de corrupção no Poder Judiciário, Poder Legislativo do Senado Federal às Câmaras Municipais; no Poder Executivo, do Palácio do Planalto às prefeituras Municipais e hoje até nas entidades sindicais.

Fonte: Confederação Nacional dos Servidores Públicos (CNSP)

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